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Educação básica e mercado de trabalho: Como formar para um mundo digital?

Lior Amarin
Lior Amarin 03/02/2026
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5 Min Read
Sérgio Bento De Araújo analisa como preparar estudantes para as competências exigidas em um mundo cada vez mais digital.
Sérgio Bento De Araújo analisa como preparar estudantes para as competências exigidas em um mundo cada vez mais digital.
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A relação entre educação básica e mercado de trabalho tem se tornado cada vez mais direta à medida que a tecnologia avança e redefine profissões. Para Sergio Bento de Araujo, empresário especialista em educação, que atua na interseção entre formação técnica e desenvolvimento educacional, preparar os estudantes desde cedo para um mundo digital é uma estratégia essencial para reduzir desigualdades e ampliar oportunidades profissionais. 

Contents
O que mudou no perfil das profissões?Competências digitais e pensamento computacional na escolaA distância entre escola e realidade profissionalFormação de professores e infraestrutura tecnológicaEducação como estratégia de desenvolvimento social e econômicoFormar hoje para os desafios de amanhã

Hoje, habilidades como pensamento computacional, alfabetização digital e resolução de problemas complexos são consideradas fundamentais, independentemente da área de atuação futura do aluno. Venha saber mais dessas mudanças e influências no artigo a seguir!

O que mudou no perfil das profissões?

A transformação digital impacta praticamente todos os setores produtivos, desde a indústria até os serviços. Processos automatizados, sistemas baseados em inteligência artificial e plataformas digitais alteraram rotinas de trabalho e exigem profissionais capazes de interagir com tecnologia de forma crítica e produtiva.

Educação básica e mercado de trabalho: Como formar, segundo Sérgio Bento De Araújo, profissionais preparados para um mundo digital.
Educação básica e mercado de trabalho: Como formar, segundo Sérgio Bento De Araújo, profissionais preparados para um mundo digital.

Sergio Bento de Araujo elucida que mesmo funções que antes eram predominantemente operacionais passaram a demandar leitura de dados, uso de softwares e capacidade de adaptação a sistemas digitais. Isso significa que a formação escolar precisa ir além da transmissão de conteúdo teórico e incorporar experiências práticas relacionadas ao uso da tecnologia.

Competências digitais e pensamento computacional na escola

Diversos estudos apontam que o desenvolvimento de competências digitais deve começar ainda no ensino fundamental. Inserir essas habilidades no currículo escolar contribui para formar alunos mais preparados para enfrentar desafios técnicos e profissionais no futuro. Atividades que envolvem programação básica, robótica, simulações e projetos interdisciplinares ajudam a transformar o aprendizado em experiência prática.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) já reconhece a importância da cultura digital, mas a implementação ainda é desigual entre as redes de ensino, informa Sergio Bento de Araujo, o que reforça a necessidade de políticas públicas voltadas à infraestrutura e à capacitação docente.

A distância entre escola e realidade profissional

Um dos principais desafios da educação básica é a dificuldade de conectar conteúdos acadêmicos à aplicação prática no mundo do trabalho, principalmente em vista de que, muitos estudantes não conseguem visualizar como o que aprendem em sala de aula será utilizado em suas futuras carreiras. 

Segundo o empresário especialista em educação, Sergio Bento de Araujo, aproximar escola e setor produtivo por meio de projetos, visitas técnicas e parcerias com instituições de ensino profissional pode reduzir essa lacuna e tornar o aprendizado mais significativo. 

Formação de professores e infraestrutura tecnológica

A transformação da educação básica em direção a um modelo mais digital depende diretamente da formação dos professores. Sem preparo adequado, mesmo escolas com equipamentos modernos enfrentam dificuldades para integrar tecnologia ao processo pedagógico.

Programas de capacitação contínua são fundamentais para que docentes se sintam seguros no uso de ferramentas digitais e consigam desenvolver metodologias ativas de ensino. Sergio Bento de Araujo alude ainda que é necessário investimento em infraestrutura, como acesso à internet, laboratórios de informática e espaços maker, que possibilitam atividades práticas e colaborativas.

Educação como estratégia de desenvolvimento social e econômico

A formação de competências digitais na educação básica não impacta apenas trajetórias individuais, mas também o desenvolvimento regional e nacional. Regiões que investem em educação tecnológica tendem a atrair empresas e gerar empregos qualificados, criando ciclos positivos de crescimento.

Alinhar educação e mercado de trabalho é uma política estratégica, capaz de reduzir desigualdades e ampliar a competitividade econômica do país. Esse alinhamento também contribui para diminuir a evasão escolar, pois os estudantes passam a perceber maior sentido no aprendizado quando conseguem relacioná-lo a oportunidades reais de futuro profissional.

Formar hoje para os desafios de amanhã

A educação básica desempenha papel central na preparação para um mundo do trabalho cada vez mais digital, automatizado e dinâmico. Desenvolver competências tecnológicas, pensamento crítico e capacidade de adaptação desde cedo é fundamental para que os jovens estejam aptos a enfrentar transformações constantes.

Por fim, o Sergio Bento de Araujo finaliza ressaltando que investir em uma educação conectada à realidade tecnológica não é apenas uma questão pedagógica, mas uma estratégia de desenvolvimento social e econômico. Ao integrar tecnologia, currículo e formação docente, a escola pode se tornar o principal motor de inclusão e preparação profissional para as próximas gerações.

Autor: Lior Amarin

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