Globo Tribuna
  • Home
  • Brasil
  • Notícias
  • Politica
  • Tecnologia
  • Sobre Nós
Reading: Hackathon SUS seleciona três startups do Nordeste para desafio nacional em oncologia
Compartilhar
Globo TribunaGlobo Tribuna
Font ResizerAa
  • Adventure
Search
  • Home
  • Brasil
  • Notícias
  • Politica
  • Tecnologia
  • Sobre Nós
Globo Tribuna > Blog > Notícias > Hackathon SUS seleciona três startups do Nordeste para desafio nacional em oncologia
Notícias

Hackathon SUS seleciona três startups do Nordeste para desafio nacional em oncologia

Redação Globo Tribuna
Redação Globo Tribuna 29/09/2026
Compartilhar
5 Min de leitura
Técnico de laboratório opera um analisador clínico em um laboratório moderno.
Compartilhar

Três startups da Região Nordeste foram selecionadas para a etapa nacional do Hackathon SUS – Desafio Tecnológico, iniciativa do Ministério da Saúde voltada ao desenvolvimento de soluções para desafios da oncologia no Sistema Único de Saúde. A seleção ocorreu após a etapa regional realizada em Recife, Pernambuco, nos dias 10 e 11 de setembro de 2026.

Contents
Soluções selecionadas atuam em diferentes etapas do cuidadoEtapa nacional está prevista para dezembroInovação precisa considerar a realidade do SUS

Coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, o encontro reuniu propostas tecnológicas direcionadas a diferentes momentos do cuidado oncológico. Entre os focos estão a identificação de possíveis alterações clínicas, a caracterização de agentes relacionados ao câncer e o apoio a exames e procedimentos cirúrgicos.

As três iniciativas escolhidas foram apresentadas por startups com soluções em áreas distintas. A Aratus Life Sciences desenvolveu um dispositivo portátil e não invasivo para a triagem de possíveis casos de anemia e neutropenia. Essas alterações podem ser relevantes no acompanhamento de pacientes, mas a solução ainda está vinculada ao processo de seleção e desenvolvimento do programa.

Soluções selecionadas atuam em diferentes etapas do cuidado

A Bioensaios & Diagnósticos Laboratórios Clínicos apresentou um teste molecular capaz de identificar subtipos do papilomavírus humano, o HPV, e verificar a integração do vírus ao material genético das células. A proposta se relaciona à investigação de fatores associados ao desenvolvimento de tumores, especialmente em estratégias que dependem de informações laboratoriais mais específicas.

Já a eLight Ltda. criou um dispositivo portátil de fluorescência para auxiliar exames e procedimentos cirúrgicos. A tecnologia foi selecionada por sua possibilidade de apoiar a visualização durante essas atividades, embora a participação no Hackathon SUS não signifique que o equipamento já esteja incorporado ou disponível na rede pública.

Segundo o Ministério da Saúde, o desafio busca aproximar empresas, pesquisadores, profissionais e gestores de problemas concretos enfrentados pelo SUS. A lógica do programa é estimular soluções que possam considerar as condições reais dos serviços de saúde, incluindo infraestrutura, logística, materiais e capacitação das equipes.

Etapa nacional está prevista para dezembro

O edital do Hackathon SUS prevê a classificação de até 15 equipes para a fase nacional. Essa etapa está programada para os dias 3 e 4 de dezembro de 2026. Antes disso, o cronograma inclui novas atividades regionais em Curitiba, nos dias 6 e 7 de outubro, e na Região Norte, em 20 e 21 de outubro.

O calendário e as regras de participação estão descritos no edital do Hackathon SUS. A previsão de uma etapa nacional permite comparar propostas desenvolvidas em diferentes regiões e selecionar aquelas com maior aderência aos desafios definidos para a oncologia no sistema público.

A iniciativa também evidencia que o desenvolvimento de uma tecnologia para a saúde envolve mais do que a criação de um dispositivo ou teste. Para chegar ao atendimento, uma solução precisa passar por avaliações técnicas, regulatórias e operacionais, além de demonstrar compatibilidade com a rotina dos serviços e capacidade de aplicação em diferentes contextos.

Inovação precisa considerar a realidade do SUS

No caso das propostas selecionadas no Nordeste, a portabilidade aparece como uma característica comum em parte das soluções: há um dispositivo voltado à triagem de alterações sanguíneas e outro destinado ao apoio de exames e cirurgias. Essa característica pode ser relevante em locais com estruturas distintas, mas não permite concluir, por si só, que os equipamentos estejam prontos para uso amplo.

O teste molecular apresentado pela Bioensaios & Diagnósticos Laboratórios Clínicos também depende de integração com fluxos laboratoriais, profissionais habilitados e processos de análise. Por isso, a seleção no Hackathon SUS deve ser entendida como uma etapa de desenvolvimento e avaliação, e não como anúncio de oferta imediata das tecnologias aos pacientes.

Com a escolha das três startups, Recife passa a integrar o cronograma de atividades que levará propostas regionais ao desafio nacional de inovação em oncologia. O resultado final dependerá das próximas fases do programa e dos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde para avaliar a utilidade, a viabilidade e a adequação das soluções às necessidades do SUS.

Compartilhe este arquivo
Facebook Twitter Email Print

Veja Também

Técnico de laboratório opera um analisador clínico em um laboratório moderno.
Hackathon SUS seleciona três startups do Nordeste para desafio nacional em oncologia
Notícias
Francisco Lucena Imóveis
Precificação de imóveis: Os dados que ajudam a chegar ao valor certo sem achismo
Notícias
Mão enluvada segura uma seringa próxima a um frasco de vacina sobre fundo amarelo.
OMS atualiza composição da vacina contra a gripe para o hemisfério Sul em 2027
Notícias
Marcelo Mudanças
Você está pagando pela área verde? O detalhe da conta do Green Valley explicado
Notícias
Globo Tribuna - [email protected] - tel.(11)91754-6532
  • Home
  • Contato
  • Sobre Nós
  • Notícias
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?